segunda-feira, 27 de julho de 2015

Acione transponder


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LATAM 001> Bom dia solo Natal, Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno.

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Natal, Bom dia, prossiga.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Chegando Natal alguns minutos

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Natal, já identificamos aeronave em tela. Consulte manual. Acione transponder na frequência local. Estamos aguardando sua chegada.

LATAM 001> Bom dia solo Natal, Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Chegando, começando procedimentos de aproximação. Favor informar condições de tempo e pistas Aeroporto São Gonçalo Amarante. HUG LATAM.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, solicitou autorização para voo chegada pouso HUG LATAM. Aeroporto São Gonçalo do Amarante. Está ciente da Informação.

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Natal, pronto para copiar.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, pronto para copiar.

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Natal, aguarde definição autoridades competentes decisão localização HUG LATAM.

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Sugerimos entrar contato Aeroportos Fortaleza Recife.

LATAM 001> Bom dia solo Recife, Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, solicita autorização para pouso HUG LATAM.

LATAM 001> Bom dia solo Fortaleza, Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, solicita autorização para pouso HUG LATAM.

SBRF_REC> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Recife, aguarde definição autoridades competentes decisão localização HUG LATAM.

SBFZ_FTZ> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Fortaleza, aguarde definição autoridades competentes decisão localização HUG LATAM.

LATAM 001> Atenção senhores passageiros. Aqui quem fala é o comandante da aeronave. Estamos encontrando problemas para pouso no aeroporto de destino. Faremos um sobrevoo aguardando uma resposta e liberação. Caso não haja uma resposta de autorização de pouso, voltaremos ao aeroporto de embarque. A empresa agradece a preferência pela escolha. E teremos satisfação em nos encontrar em outra viagem.

RN 27/07/15

 

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Texto disponível em:


 

 

sábado, 16 de maio de 2015

Desfiles pelas escolas



Desfiles pelas escolas


Nomem est omen.

Faber est suae quisque fortunae





Nasceu em Madureira e cresceu em uma vila. Cresceu entre Vaz Lobo e Madureira, com algumas passagens pela União da Ilha. Deu seus primeiros passos em uma escola em frente a vila que cresceu, a Vila de Emilia, personagem principal no Sítio de Monteiro Lobato. 

Depois dos primeiros passos, ela começou desfilando em Madureira, local onde se diz ser a terra do samba. E ainda muito pequena, como não podia desfilar no bloco das Carmelitas; foi então para uma escola com passistas da sua pequena e tenra idade a escola das Carmelinhas. Ainda em Madureira, surgiu uma percepção, e uma intuição de ir mais longe, de ir frequentar uma escola mais distante, com passos mais largos, para ir mais adiante. Indo com percepção então, desfilar em uma escola no bairro boêmio de Irajá. Para seus próximos passos, depois do Irajá, foram necessários transportes, que a levariam a locais mais distantes.

De Irajá partiu para a Mangueira, a conhecida estação primeira. Foi para uma escola estadual, fez um turismo diário e municipal. Seguiu o rastro do trem partindo de Madureira, passando pelos Engenhos chamados de Novo e de Dentro. Passou por Riachuelo e Sampaio, passou por Quintino terra de um galinho flamenguista, passou pelo Méier e Cascadura. Por outros caminhos alem do trem, ia por desfiles coletivos a caminho do Largo do Estácio, no final de um rio comprido. Passava pelo Engenho Velho, na porta de um colégio militar. Cogitou a seguir a carreira militar, mas o curso das leis cruzou o seu caminho.

Com suas idas a um Rio Comprido, cursou uma faculdade da Cidade, e outra da Piedade, mas acabou ficando na do Estácio, talvez influenciada pelo Largo do Estácio, onde tantas vezes passou em idas e vindas, no exercício de SACs, cobradores e fornecedores. Hoje desfila na Estácio com filial em Madureira, justamente a localizada na estrada do Portela, outra escola. Seu campus é de corredores largos e fechados, e de concreto. Compensa com um parque enorme por traz, aberto para o céu e iluminado à noite. E a presença de um conjunto de lojas e boutiques, restaurantes e lanchonetes, adornando e compondo a sua escola. Aproveitando o dia formando novos árbitros com novos hábitos: Carpe diem, e Arbiter elegantiarum.

Em breve deixara a Estácio, soltando seu capelo para voar, com capa negra e um canudo para trompetar ou malhetar. Para então alçar novos voos, alcançar novos desfiles, com opções de mestres e doutores de salas. Com capelo e canudo da Estácio, novas escolas surgirão, escolas de leis e concentração, com novos modos de fazer e realizar, seus Modus operandi.

Seu nome é um presságio um destino, Nomem est omen.

Faber est suae quisque fortunae


RN - 16/05/15

Roberto Cardoso (Maracajá)
Reiki Master e Karuna Reiki Master
Desenvolvedor de Komunicologia
Jornalista Cientifico – FAPERN-UFRN-CNPq
Escritor – FUNCARTE. Natal/RN
Membro do IHGRN - Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte
Membro do INRG – Instituto Norte-rio-grandense de Genealogia

Premio Destaque do Mercado de Informática ─ Informática e Revista. Natal/RN
1º Lugar
Categoria: Colunista de Informática.
Anos: 2013 e 2014.
2º Lugar
Categoria: Segurança da informação.
Ano: 2014.

Textos publicados:

Blogs:

E-mails:
rcardoso_277@yahoo.com.br

domingo, 3 de maio de 2015

Mobilidade Urbana




Mobilidade Urbana





LISTAGEM DE TEXTOS ESCRITOS E PUBLICADOS
CONHECIMENTO QUE CIRCULA PELAS RUAS
“O Jornal de Hoje” ─ Natal/RN

Um conhecimento que circula pelas ruas (1)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 19 de Janeiro de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (2)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 26 de Janeiro de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (3)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 2 de Fevereiro de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (4)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 9 de Fevereiro de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (5)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 23 de Fevereiro de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (6)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 2 de Março de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (7)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 9 de Março de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (8)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 16 de Março de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (9)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 23 de Março de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (10)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 30 de Março de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (11)*
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 6 de Abril de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (12)*
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 13 de Abril de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (13)
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 20 de Abril de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (14)**
Texto publicado no “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 27 de Abril de 2015.

Um conhecimento que circula pelas ruas (15)**
Texto enviado ao “O Jornal de Hoje” de Natal/RN, em 3 de Maio de 2015.




(*) faltando original impresso.
(**) O jornal passou a ser somente on-line.




LISTAGEM DE TEXTOS ESCRITOS E PUBLICADOS
CONHECIMENTO QUE CIRCULA PELAS RUAS
“Publikador”


O conhecimento que circula pelas ruas (1) – by Publikador

O conhecimento que circula pelas ruas (2) – by Publikador

O conhecimento que circula pelas ruas (3) – by Publikador

O conhecimento que circula pelas ruas (4) – by Publikador

O conhecimento que circula pelas ruas (5) – by Publikador


OUTROS TEXTOS SOBRE MOBILIDADE URBANA



Manifestação silenciosa – by Publikador

A cidade de Natal como um case – by Publikador

O problema das arvores em Natal – by Publikador

“Fejão no dente”

 

 

Roberto Cardoso
IHGRN/INRG
Desenvolvedor de Komunicologia
(084) 9141 7157


sábado, 28 de março de 2015

Agricultura otimizada III.



Agricultura otimizada III.



Primeiro vivíamos de extrativismo de raízes, flores, frutas e frutos silvestres. Com algumas criações de pequenos animais, e pequenos roçados plantados. A água vinha de rios e riachos, grandes e pequenos, permanentes ou temporários; lagoas, barragens e açudes naturais. A chuva tinha um poder de irrigação, sobre matas, florestas, e as pequenas plantações. A cultura indígena nos ensinou a fazer um rodízio nas terras, e nos tipos de plantação.

E eles chegaram com estruturas de concreto e tubos de aço, represando rios e córregos, construindo barragens e açudes, dizendo que assim a vida podia ser melhorada; aceitamos tudo, e não falamos nada. Disseram que com uma plantação extensiva de um produto, aumentariam os lucros, e diminuiriam as perdas.

Depois chegaram oferecendo ajuda e recursos, para construir cisternas e perfurar poços artesianos, como estratégias do combate e convivência com a seca, dizendo que assim a vida poderia melhorar. Novamente aceitamos, assumimos dívidas em bancos, e não falamos nada. E eles novamente voltaram trazendo sementes e fertilizantes; construíram estradas e disseram que assim a vida ia melhorar. Acreditamos na tecnologia e na ciência, acreditamos em suas competências, e não falamos nada. Demos creditos ao conhecimento e assumimos os débitos em bancos e cartórios. Deixamos nossas preces e crenças, acreditamos na ciência oferecida, uma meteorologia e uma climatologia, associadas a uma hidrologia, que gerava conhecimentos na agronomia. Produzimos tudo como fora indicado e ficamos sem nada.

Continuaram oferecendo novos e melhores fertilizantes, para uma terra já fraca, explorada e saturada, e mais as sementes geneticamente modificadas, dizendo serem melhoradas.  Disseram que assim a produção podia ser planificada, aumentada e melhorada. Aceitamos tudo, compramos os insumos, e não falamos nada. Ofereceram diversas gestões: de plantio, de irrigação, de colheita e de qualidade.

Derrubamos matas e florestas para aumentar a área agrícola e plantar sementes importadas. Aramos tudo, semeamos tudo e plantamos de tudo. Plantamos produtos agrícolas para produzir rações para animais. Contamos com chuvas e orações, silenciosos e agradecidos ao céu, mas aos homens de empresas como cientistas, economistas, atravessadores e atacadistas não falamos nada.Trouxeram maquinas agrícolas para uma agricultura mecanizada. Aceitamos, adquirimos as maquinas. Aramos e plantamos sem dizer nada. Ensinaram-nos modelos de plantio e irrigação mecanizada, dizendo ser um novo modelo, uma agricultura com gestão e otimizada. Sempre plantamos para esperar e colher, e nunca falamos nada.

Depois de conhecer as plantas por nomes populares, aprendemos a conhecer e reconhecer seus nomes científicos, seus componentes químicos e nutricionais. Aprendemos a conhecer e selecionar, separar e classificar. Aprendemos a descrever suas formas e tamanhos, suas famílias, suas origens e seus climas ideais. As melhores épocas e regiões de plantio, com modos de semear e replantar, colher e estocar. Seus modos de preparar e de conservar. 

Aprendemos a aproveitar folhas e talos que antes eram descartadas. Seguimos técnicas e recomendações de alimentos, sob um argumento de que a maior parte das propriedades úteis dos alimentos, entre frutas e hortaliças, poderia estar sendo jogada fora, como cascas, folhas e talos. Acatamos seus conhecimentos. Estudamos tudo e não falamos nada. E diante uma prova aplicada, com perguntas e respostas, eles sempre provavam que não sabíamos nada.

Um cozinheiro Frances que viveu no século XIX (Brillat-Savarin, 1755-1826) fez uma previsão que o destino das nações dependeria daquilo, e de como as pessoas se alimentam. Durante anos aceitamos opiniões de como plantar e como colher, usando critérios de fertilizantes e sementes ofertadas. Seguimos a risco uma orientação de cultura pesquisada. E aprendemos a comer talos, folhas, cascas e sementes que antes eram desprezadas. Como também aprendemos a consumir e ingerir, suplementos alimentares sintetizados.

Plantamos com ajuda de santos e das chuvas, em terras sempre despreparadas. Com sementes fracas e ressecadas. Agora eles voltam dizendo como devemos consumir a nossa água; como usar e economizar a água. E agora mesmo com sede e com fome não podemos dizer mais nada. Com tecnologia, com uma agricultura toda mecanizada e conectada, as terras sempre estão despreparadas. Com insumos agrícolas, sementes e adubos importados, até agora apenas plantamos tentando colher os frutos no futuro. Fazemos tudo que nos dizem como fazer, e não podemos falar nada.

Com indústrias agrícolas multinacionais torna-se fácil analisar pelas vendas de sementes e fertilizantes a área plantada, e tipos de culturas que foram preparadas. Com maquinas agrícolas computadorizadas, trabalhando dia e noite, durante as colheitas conectadas à satélites, tona-se fácil avaliar a quantidade coletada e produzida; e a quantidade de colheita armazenada. Com os dados coletados e lançados em computadores, identifica-se onde há fartura de produção e carência de produção. Locais com maiores e menores consumos. Calcula-se a produção, a transformação, o consumo e a armazenagem. Quanto se produziu, e quanto se consumiu; quanto foi importado e o quanto foi exportado. Fatos importantes para serem utilizados em bolsas de mercadorias com cotações internacionais. 

Quem controla os satélites, controla insumos e controla as maquinas. Sabe de tudo e nós não sabemos nada. Eles controlam tudo e nós não controlamos nada. Exigem produção com qualidades e quantidades, por eles determinadas. Exigem o melhor, para dentre as melhores produções, a melhor parte ser exportada. Exportamos tudo de bom e de melhor, e ficamos sem nada.

Natal/RN em 28/03/15

Textos disponível em:


Textos anteriores

Agricultura otimizada I.

Agricultura otimizada II.